A maior criptomoeda do mundo amanheceu lateralizada nesta terça-feira (11), porém o medo de indicadores da semana fez com que o bitcoin (BTC) caísse com mais força, perdendo o patamar de US$ 67 mil. 

Com a queda do BTC, as demais moedas virtuais do planeta também registram fortes movimentos de desvalorização. 

Porém, os problemas não são apenas para o mercado de ativos digitais.

As bolsas dos Estados Unidos também registram perdas nesta terça-feira, pressionadas pela agenda internacional de indicadores. Acompanhe nossa cobertura de mercados aqui. 

No caso das criptomoedas, as liquidações nas últimas 24h cresceram mais de 200%, atingindo o patamar de US$ 195,41 milhões, segundo o CoinGlass. Destes, mais de US$ 700 mil foram em contratos de bitcoin. 

Veja como operam as dez maiores criptomoedas do mundo hoje: 

# Nome (Símbolo) Preço Variação 24h Variação 7d Variação YTD
1 Bitcoin (BTC) US$ 67.095,55 -3,28% -2,75% 58,69%
2 Ethereum (ETH) US$ 3.534,40 -3,81% -6,16% 54,90%
3 Tether (USDT) US$ 0,9996 0,00% -0,01% -0,03%
4 BNB (BNB) US$ 607,72 -5,67% -5,99% 94,54%
5 Solana (SOL) US$ 153,57 -2,97% -7,19% 51,28%
6 USDC (USDC) US$ 1,00 0,03% 0,02% -0,01%
7 XRP (XRP) US$ 0,4828 -2,92% -7,88% -21,49%
8 Dogecoin (DOGE) US$ 0,1402 -2,85% -11,72% 56,67%
9 Toncoin (TON) US$ 6,85 -3,19% -0,70% 196,48%
10 Cardano (ADA) US$ 0,4277 -3,81% -6,18% -28,03%
Fonte: Coin Market Cap

Bitcoin de olho nos dados da semana

Os investidores tanto do mercado tradicional quanto do segmento de criptomoedas aguardam a decisão sobre o futuro dos juros nos EUA. 

A expectativa para esta reunião é de que os juros sejam mantidos no atual patamar, na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano.

Contudo, os investidores esperam que o comunicado após a decisão dê direcionamentos mais claros sobre futuros cortes nas taxas.

Um eventual alívio futuro nas taxas de juros torna o acesso a recursos mais baratos, o que tende a valorizar ativos de risco — como ações e criptomoedas.

Outro ponto de atenção para os investidores em bitcoin é a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) de maio, na mesma quarta-feira (12) da decisão de juros.

Ainda que o CPI não seja o indicador preferido do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) para embasar a decisão de juros, os investidores avaliam esse índice de inflação para estimar o futuro da política monetária do país.

Fonte: SeuDinheiro

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