“SLC Agícola, como líder de seu segmento, continua sendo um investimento importante para aproveitar o crescimento do agronegócio no Brasil”. Com essa justificativa, o Itaú BBA elevou o preço-alvo de SLCE3 para R$ 25, reforçando uma recomendação “outperform” – equivalente a compra.
Considerando a cotação atual, aproximadamente às 13h, as projeções do Itaú indicam um upside de 38%.
O banco não foi o único a ficar otimista com a ação depois da divulgação das projeções para a safra 2024/25. O BTG Pactual e a Empiricus Research também reforçaram a recomendação.
A expectativa é de aumento da área plantada de algodão, soja e milho. De acordo com a empresa, os custos de produção também devem diminuir, devido ao declínio dos preços dos fertilizantes, defensivos e sementes.
Por outro lado, outras instituições, como o JP Morgan, rebaixaram a recomendação.
Arrendamento de terras e La Niña mais suave ajudam ação da SLC Agrícola, na visão do Itaú BBA
Na visão dos analistas, a empresa poderia se beneficiar bastante ao usar parte do seu fluxo de caixa para expandir suas terras, através do arrendamento.
- O arrendamento é um tipo de aluguel bastante usado no contexto do agronegócio. Ao invés de comprar a terra à vista, o produtor paga mensalidades para utilizá-la.
Somado à boa reputação e às condições favoráveis para o crescimento, esse crescimento da área produtiva pode ser um catalisador positivo para a SLC no ano que vem.
O “fantasma” do La Niña também foi considerado pelo Itaú BBA, que avalia que o fenômeno não deve afetar significativamente o mercado.
Esta é uma notícia favorável para a SLC, visto que safra 2023/24 sofreu bastante com os efeitos do “irmão”, El Niño, que causa temperaturas mais altas e tempo mais seco.
O que esperar dos dividendos de SLCE3?
Em janeiro, fizemos uma entrevista com o CEO da empresa, Aurélio Pavinato, sobre as estratégias da SLC Agrícola para combater os efeitos climáticos e manter um bom pagamento de dividendos. Leia aqui.
Fonte: SeuDinheiro