O Ibovespa Futuro opera em baixa nos primeiros negócios desta quarta-feira (8), com todas as atenções voltadas para decisão de juros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A maioria do mercado aposta na possibilidade de redução no ritmo de afrouxamento monetário para um corte de 0,25 ponto percentual, ante 0,50 ponto das últimas reuniões. Mas o que deverá estar mesmo no radar dos investidores é a maneira como os diretores do BC irão votar na reunião de hoje.

Já entre os balanços estão previstos os números de Cogna, MRV, Casas Bahia, Tenda, Banco do Brasil, Eletrobras, Braskem, Ultrapar e Vibra, entre outros.

As vendas do comércio varejista do Brasil ficaram estáveis (0,0%) em março ante fevereiro, após alta de 1% no mês anterior, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Às 9h10, o índice futuro com vencimento em maio caia 0,54%, aos 129.630 pontos.

Em Wall Street, índices futuros operam com baixa, em mais um dia de agenda fraca, com investidores à espera de autoridades do Fed, incluindo o vice-presidente Philip Jefferson, a presidente do Fed de Boston, Susan Collins, e a diretora do Fed, Lisa Cook.

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Nesta manhã, Dow Jones Futuro caia 0,06%, S&P500 recuava 0,16% e Nasdaq Futuro tinha baixa de 0,21%.

Ibovespa, dólar e mercado externo

O dólar à vista opera com alta de 0,35%, cotado a R$ 5,084 na compra e R$ 5,085 na venda. Já dólar futuro (DOLFUT), subia 0,24%, indo aos 5.098 pontos.

No mercado de juros, os contratos futuros operam com forte alta antes da decisão de juros do Copom. O DIF26 subia 0,05 pp, a 10,47%; DIF27, +0,05 pp, a 10,78%; DIF29 +0,06 pp, a 11,26%; DIF31, +0,05 pp, a 11,46%.

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As cotações do petróleo operam em baixa, depois que fontes do mercado disseram que dados do American Petroleum Institute mostraram um aumento nos estoques de petróleo e combustível dos EUA, um indicador de fraca demanda.

As cotações do minério de ferro na China fecharam no vermelho, em meio ao aumento dos estoques nos portos chineses, apesar das esperanças de uma maior intervenção no enfraquecido mercado imobiliário do país.

Os mercados da Ásia e do Pacífico fecharam mistos, com as principais delas recuando em meio a preocupações com balanços corporativos e ajustes técnicos. Liderando perdas na Ásia, o índice Nikkei caiu 1,63% em Tóquio, a 38.202,37 pontos, diante da fraca perspectiva de lucro de algumas grandes empresas do Japão, caso da Nintendo, cuja ação tombou -5,4%, e da Toyota (-0,6%). Também se destacaram em baixa no mercado japonês a Sony (-5%) e a Nomura Holdings (-3,4%).

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Os mercados europeus operam com alta em sua maioria, à medida que os investidores digeriam mais resultados corporativos na região. As ações da alemã Siemens Energy saltaram 9,5% nas negociações matinais, depois que a empresa elevou sua perspectiva para 2024, apoiada na força de seu negócio de rede elétrica.

Alstom, BMW, Skanska, ABInbev, Swatch Group e Munich Re estão entre as outras empresas que divulgaram balanços nesta quarta-feira.

Fonte: InfoMoney

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